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AP Portuguesa adopta as WCAG 2.0
Desde 8 de fevereiro 2013 que as WCAG 2.0 são norma do RNID
Através da publicação do Regulamento Nacional de Interoperabilidade Digital (RCM n.º 91/2012 de 8 de novembro) as WCAG 2.0 do W3C passaram a ser explicitamente mencionadas na legislação nacional. O RNID esteve a cargo da AMA, IP e é uma das peças da Lei n.º 36/2011, de 21 de junho, a qual estabelece a adopção de normas abertas nos sistemas informáticos do Estado.
Pela conjugação da lei que estabelece a adopção de normas abertas nos sistemas informáticos do Estado (Lei nº 36/2011) e do Regulamento Nacional de Interoperabilidade Digital (RCM nº 91/2012) constata-se que:
- todos os sites Internet que disponibilizem exclusivamente informação estão obrigados a cumprir o nível 'A' das WCAG 2.0, a partir de 8 de fevereiro de 2013. O RNID recomenda mesmo para este tipo de sítios Web o nível 'AA';
- todos os sites Internet que disponibilizem serviços online estão obrigados a cumprir o nível 'AA' das WCAG 2.0, a partir de 8 de fevereiro de 2013. O RNID recomenda mesmo o nível 'AAA' para este tipo de sítios Web.
Quanto às entidades que são alvo das WCAG 2.0, o artigo 2º da lei nº 36/2011 diz:
- Artigo 2º
Âmbito de aplicaçãoA presente lei aplica-se a:
- Órgãos de soberania;
- Serviços da administração pública central, incluindo institutos públicos e serviços desconcentrados do Estado;
- Serviços da administração pública regional;
- Sector empresarial do Estado.
Por exemplo, pela definição de Sector Empresarial do Estado, constante do sítio Web da Direção-Geral do Tesouro e Finanças, pode-se concluir que os sítios Web da Portugal Telecom e da Zon Multimedia também estão obrigados a cumprirem as directrizes de acessibilidade Web do W3C.
Referências:
- Lei n.o 36/2011, de 21 de junho. Estabelece a adopção de normas abertas nos sistemas informáticos do Estado (PDF, 188KB).
- RCM n.º 91/2012 de 8 de novembro. Regulamento Nacional de Interoperabilidade Digital (PDF, 16,1MB).
- DGAEP. (Fevereiro de 2013). Estrutura orgânica da AP Portuguesa pós-PREMAC (PDF, 1,8MB).
- DGTF. (30/09/2012). Definição de Sector empresarial do Estado (PDF, 102KB).
referência: Unidade ACESSO da FCT, 22 de abril de 2013.
PLACES
na sequência da BAES, Unidade ACESSO da FCT entra na PLACES.
Na sequência da BAES - Biblioteca Aberta para o Ensino Superior, surge agora a PLACES - Plataforma de acessibilidade para o Ensino Superior, que visa disponibilizar conhecimento sobre como produzir conteúdos digitais acessíveis para estudantes com necessidades especiais.
Na PLACES já é possível encontrar tutoriais em diversos formatos: ePub, HTML, e mesmo em vídeo com legendagem e Língua Gestual Portuguesa sobre como produzir conteúdos acessíveis em Word, em PowerPoint, em HTML e alguns cuidados a ter com os documentos PDF.

Na área dos conteúdos digitais complexos, a PLACES põe à disposição um leitor de fórmulas matemáticas: o AudioMath. Integralmente desenvolvido na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, o AudioMath analisa fórmulas matemáticas complexas, escritas em MathML (linguagem de marcação para escrita de fórmulas matemáticas, desenvolvida pelo W3C, para a Web) e transcreve-as para português corrente.
A sessão de lançamento da PLACES ocorreu no passado dia 5 de abril 2013.
Consulte o sítio web da PLACES.
referência: Unidade ACESSO da FCT, 8 de abril de 2013.
Webinar: "Acessibilidade Web - um caso prático com o WordPress
ACESSO em Webinar da ERTE da DG Educação.

Na sequência do Webinar "Acessibilidade Web - um caso prático com o WordPress" desenvolvido em conjunto com a Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE) da Direção-Geral de Educação, a equipa da Unidade ACESSO da FCT, concebeu o tutorial "WordPress e Acessibilidade". No Webinar abordamos meia dúzia de questões de acessibilidade e ensinamos a usar ferramentas de validação automática e manual.
Na primeira parte do Webinar ensinamos a fazer a instalação do WordPress. Na segunda parte (1) corrigimos a hiperligação "saltar para o conteúdo principal da página"; (2) contextualizamos a hiperligação "clique aqui"; (3) alinhamos a estrutura dos títulos do tema original; (4) tornamos o menu principal navegável com rato e teclado; (5) marcamos uma tabela de dados e (6) legendamos imagens.
Consulte o tutorial "WordPress e Acessibilidade".
referência: Unidade ACESSO da FCT, 3 de abril de 2013.
Prioridades para o Futuro da Investigação em Sistemas e Serviços de Tecnologia de Informação e Comunicação Acessível.
Londres, 22 de janeiro 2013. Conferência Cardiac

A conferência teve por objetivo obter consensos sobre as prioridades para o futuro da investigação em sistemas e serviços de tecnologia de informação e comunicação acessível. As entidades financiadoras devem alinhar a melhor estratégia para investir os seus recursos, finitos, em investigação e desenvolvimento em benefício das pessoas idosas e com limitações funcionais. Eis algumas das áreas a ter em conta, avançadas na conferência: serviços baseados em rede (redes sociais, sistemas de inteligência coletiva, realidade aumentada, computação em nuvem, sistemas inteligentes de controlo ambiental, serviços de localização avançada) bem como os novos interfaces de utilizador e a transferência de tecnologia.
A conferência foi organizada pelo projecto CARDIAC e os vídeos, diapositivos e fotografias encontram-se online.
Consulte o sítio web projecto CARDIAC.
referência: Unidade ACESSO da FCT, 1 de fevereiro de 2013.
Comissão propõe regras para tornar os sítios Web das administrações públicas acessíveis para todos
Bruxelas, 3 de dezembro 2012

Mais de 100 milhões de cidadãos da UE utilizarão mais facilmente os serviços públicos em linha para procurar emprego, registar um automóvel, apresentar a declaração de impostos e pedir um passaporte ou uma carta de condução, graças às novas regras hoje propostas pela Comissão Europeia, no Dia internacional das pessoas com deficiência. A proposta de diretiva relativa à acessibilidade dos sítios Web dos organismos públicos, apresentada pela Comissão, estabelece características de acessibilidade normalizadas e obrigatórias na UE a partir do final de 2015, para 12 tipos de sítios Web, a saber:
Sítios Web abrangidos pela proposta de diretiva da UE relativa à acessibilidade dos sítios Web dos organismos públicos
- Impostos sobre o rendimento: declaração, notificação de avaliação
- Serviços de procura de empregos pelos serviços de emprego
- Prestações da segurança social: subsídios de desemprego, abonos de família, despesas médicas (reembolso ou regularização direta), bolsas de estudo
- Documentos pessoais: passaportes ou cartas de condução
- Registo automóvel
- Pedido de licença de construção
- Declaração à polícia (p. ex., em caso de roubo)
- Bibliotecas públicas, por ex., catálogos e ferramentas de pesquisa
- Pedido e entrega de certidões de nascimento ou de casamento
- Inscrição no ensino superior
- Comunicação de mudança de residência
- Serviços relacionados com a saúde: aconselhamento interativo sobre os serviços disponíveis, serviços em linha para pacientes, marcação de consultas.
[actualização 6 de dezembro]: o texto da proposta de diretiva foi tornado público.
Consulte o Comunicado à imprensa da CE.
referência: Unidade ACESSO da FCT, 4 de dezembro de 2012.
As WCAG 2.0 são agora também Norma ISO/IEC
15 de outubro 2012
O World Wide Web Consortium (W3C) e o Joint Technical Committee JTC 1 da Information Technology of the International Organization for Standardization (ISO) e a International Electrotechnical Commission (IEC), anunciaram hoje a aprovação das Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web (WCAG) 2.0 como Padrão Internacional ISO/IEC (ISO/IEC 40500:2012).
"O JTC 1 da ISO/IEC está muito contente por incorporar esta importante Norma de acessibilidade do W3C, indo ao encontro do interesse crescente verificado nos últimos anos pelos temas da acessibilidade por parte dos diversos membros Nacionais representados no JTC 1" disse Karen Higginbottom, Presidente da JTC 1 da ISO/IEC. "Esperamos igualmente que o reconhecimento da ISO/IEC faça aumentar o consenso em torno das WCAG 2.0, e que permita, ainda mais, um maior desenvolvimento de ferramentas e software de apoio."
Consulte o Comunicado à Imprensa WCAG 2.0 aprovadas como Norma ISO/IEC.
referência: Unidade ACESSO da FCT, 15 de outubro de 2012.
aDesigner - o Bobby está de volta!?
IBM apresentou o produto em Portugal
Na DSAI 2012, que teve lugar ao longo do rio Douro, esteve presente uma equipa de investigadores da IBM Japão. Um dos produtos que mostraram, fruto da investigação da IBM, foi o aDesigner, uma aplicação que permite aos designers efectuarem testes com os seus conteúdos Web de forma a garantirem que os mesmos ficam acessíveis a pessoas cegas e a pessoas com baixa visão.
O software dispõe de um conjunto de filtros que permitem aos designers olharem para os seus conteúdos na perspectiva de um utilizador cego que usa um software de leitura de ecrã ou de um utilizador com baixa visão que sofre de cataratas, glaucoma, degenerescência macular ou que tem dificuldade em percepcionar determinados padrões de cor.
Qualquer um destes simuladores sintetiza anos de investigação da companhia mas o que mais nos chamou a atenção foi o validador automático de acessibilidade que o aDesigner dispõe. Para quem trabalha na área da acessibilidade certamente se lembrará do Bobby, um validador de acessibilidade que surgiu no final do século XX e que posteriormente foi comprado pela IBM e que passou a WatchFire, a WebXact, etc, etc. Dos testes que já efectuámos com o aDesigner, o espírito do Bobby está de volta neste Quadro de Referência que constitui o aDesigner, brindando-nos com relatórios automáticos à luz das WCAG 2.0. Uma novidade muito interessante deste validador é o facto de efectuar também testes em Flash, em documentos com o formato ODF e ainda efectuar uma inspecção à informação de acessibilidade presente nas funções do MSAA/IAccessible2.
Vale a pena descarregar e experimentar o aDesigner da IBM.
referência: Unidade ACESSO da FCT, 10 de agosto de 2012.
RTP inova no acesso a programas com Língua Gestual Portuguesa
15 de Dezembro de 2011
A RTP desenvolveu um novo conceito de adaptação de conteúdos de duplo ecrã, via web, que otimiza a presença do intérprete de Língua Gestual Portuguesa (LGP) nos programas de televisão.
A partir de agora é possível acompanhar a emissão em direto do programa “Hoje”, emitido diariamente às 22h00 na RTP2, através de uma página web no sítio da RTP e, simultaneamente, aceder a um ecrã adicional com o intérprete de LGP.
Veja o artigo completo.
referência: Jornal Destak.
A ITU lança novo relatório sobre Fazer Televisão Acessível.
Como levar uma das tecnologias mais ubíquas do mundo aos muitos milhões com deficiência visual e auditiva?
Genebra, 5 de Dezembro 2011 – A Televisão pode muito bem ser a tecnologia mais universal do mundo. Quase toda a superfície do planeta tem actualmente cobertura de sinal de televisão, e existem cerca de 1.4 biliões de televisores nos lares a nível mundial, representando 98% dos lares nos países desenvolvidos e perto de 73% nos países em desenvolvimento.
Consulte a notícia na íntegra.
referência: Comunicado à Imprensa da ITU.
Estratégia Nacional para a Deficiência (2011-2013)
RCM n.º 97/2010 de 14 de Dezembro.

Com a ratificação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em Julho de 2009, o Estado Português comprometeu-se a promover, proteger e garantir condições de vida dignas às pessoas com deficiências e incapacidades em âmbitos muito concretos.
A promoção dos direitos e da qualidade de vida das pessoas com deficiências e incapacidades é um dos objectivos principais do Governo Português com o lançamento da Estratégia Nacional para a Deficiência. Com 133 medidas, a acção envolve todos os Ministérios que se vão concentrar em 5 eixos prioritários durante o triénio 2011/2013.
No eixo 4, "Acessibilidades e design para todos" e no eixo 5, "Modernização administrativa e sistemas de informação", a UMIC intervém respectivamente em duas medidas:
"Desenvolver a versão 2.0 do programa de validação das directrizes do W3C para a acessibilidade de conteúdos da web."
(até 2011)"Consolidar a acessibilidade dos sítios electrónicos de carácter informativo e transaccional das entidades públicas."
(até 2013).
Consulte a RCM 97/2010 de 14 de Outubro - ENDef.
referência: Conselho de Ministros, 9 de Dezembro de 2010.
Sítios Web do sector público plenamente acessíveis em 2015
Objectivo expresso na Agenda Digital 2010 da CE
A Comissão Europeia lançou, em Março de 2010, a estratégia Europa 2020, que define as grandes linhas para a saída da crise e prepara a economia da UE para os desafios da próxima década.
A Agenda Digital para a Europa constitui uma das sete iniciativas emblemáticas da estratégia Europa 2020 e visa definir o importante papel que a utilização das tecnologias da informação e das comunicações (TIC) terá de desempenhar se a Europa quiser ver as suas ambições para 2020 coroadas de sucesso.
No capítulo "Serviços digitais inclusivos" da Agenda Digital, pode-se ler:
"(...) Com base no estudo de opções, apresentar, até 2011, propostas que garantam que os sítios Web do sector público (e os sítios Web que ofereçam serviços básicos aos cidadãos) estejam plenamente acessíveis em 2015".
Consulte a Agenda Digital 2010.
referência: Agenda Digital 2010, 14 de Setembro 2010.
UMIC publica documentação técnica das WCAG 2.0 em português:
São mais de 700 páginas de informação.
Depois das directrizes WCAG 2.0 publicadas em Fevereiro deste ano, a UMIC disponibiliza agora os três documentos de referência para a nova versão das directrizes de acessibilidade produzidas pelo W3C:
- Como Cumprir as WCAG 2.0 - Um guia de referência rápido para os requisitos (critérios de sucesso) e técnicas das Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web 2.0;
- Noções sobre as WCAG 2.0 - Um manual para compreender e implementar as Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web 2.0;
- Técnicas para as WCAG 2.0 - Técnicas e Falhas para as Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web 2.0.
Os 3 documentos disponíveis no sítio Web do Programa ACESSO da UMIC sobre a nova versão das directrizes de acessibilidade totalizam mais de 700 páginas, densas de informação. O português torna-se assim o primeiro idioma, para além dos originais em inglês, a difundir esta preciosa informação técnica.
Consulte a documentação no menu principal do presente sítio
referência: UMIC, 3 de Novembro 2009.
Menu Principal (alt+3)
-
Recursos WCAG 2.0
-
Recursos WCAG 1.0
Acessibilidade Web - outras referências
Acessibilidade de Produtos e Serviços TIC
Publicações sobre Acessibilidade
Aconselhamos a visitar...
Iniciativas Europeias
Conformidade com a Acessibilidade Web
[D]
Em acção...
Valide os seus conteúdos Web!
Use os validadores automáticos da FCT, e obtenha um relatório do estado da acessibilidade do seu sítio.
HERA - Revendo a Acessibilidade com Estilo
A ferramenta HERA, desenvolvida pela Fundación SIDAR, valida igualmente conteúdos Web de acordo com as WCAG 1.0. Para muitas situações, depois de uma consulta ao eXaminator, a passagem pelo HERA é inevitável uma vez que a ferramenta desce ao pormenor de indicar os erros no próprio código fonte da página em análise.
Catálogo Nacional de Ajudas Técnicas
O CNAT tem por objetivo disponibilizar informação de todas as ajudas técnicas existentes no mercado nacional.
O CNAT foi originalmente desenvolvido pela UMIC, INR e INOV. O CNAT encontra-se actualmente num servidor da FCT, dispõe de uma plataforma tecnológica desenvolvida pelo INOV e a gestão dos conteúdos é da responsabilidade do INR. O catálogo representa um importante passo no conhecimento das ajudas técnicas disponíveis no mercado nacional.
Mais detalhes em CNAT.
Rede Solidária
A Rede Solidária foi responsável por levar para a Internet várias dezenas de instituições não governamentais. A Rede Solidária funcionou durante 11 anos, desde agosto de 2001 a dezembro de 2012. Em 2012 a Rede Solidária era composta por cerca de 280 instituições, a quem proporcionava:
- um ponto de acesso gratuito à Internet em banda larga;
- um nº ilimitado de caixas de correio, personalizadas de acordo com o domínio institucional;
- alojamento de página institucional;
- gestor de conteúdos (até 2005 Plone, depois de 2005 Joomla) já configurado e com inteira liberdade de personalização;
- um domínio institucional do tipo .org.pt.
Actualmente a Rede Solidária é um agregador de informação de ONGs de e para pessoas com deficiência, idosas e em risco de exclusão.
Mais detalhes em Portal da Rede Solidária.
Biblioteca Aberta do Ensino Superior
10 instituições do ensino superior juntaram-se e colocaram os mais de 3000 títulos existentes nos centros produtores universitários à disposição de um qualquer estudante com deficiência, independentemente do local onde este se encontra. O acervo é composto por braille, áudio e texto integral.
Mais detalhes em BAES.
PLACES - Plataforma de acessibilidade para o Ensino
Como produzir documentos digitais? Na PLACES encontra a resposta a esta pergunta para conteúdos digitais produzidos em Word, PowerPoint, HTML…
Encontra ainda resposta sobre como escrever e ler fórmulas matemáticas em documentos digitais - a ferramenta AudioMath, desenvolvida na FEUP, é uma das ferramentas que pode encontrar na PLACES. Se existe, está na PLACES! Se não existe e faz falta, sugira para o endereço: saed@letras.up.pt.
Mais detalhes em PLACES.
Serviin (ligue 12 472)
Serviço de Vídeo Intérprete para LGP
A empresa ZonAdvanced do grupo internacional first, lançou, em dezembro de 2011, o Serviin, o primeiro serviço de intermediação para quem comunica em Língua Gestual Portuguesa. O serviço pode ser usado para intermediar uma conversa telefónica entre uma pessoa ouvinte e uma pessoa surda mas também pode ser utilizado na intermediação de uma conversa face-a-face. Basta ter um vídeotelefone, móvel ou fixo, e ligar o 12472.
Veja também o vídeo que se segue com mais explicações em LGP. Se não sabe LGP, active o botão "CC" e leia as legendas. Com um pouco de engenho as pessoas cegas têm também acesso às legendas deste vídeo em tempo real (esta solução foi testada com os leitores de ecrã JAWS 10 ou superior e VoiceOver).
Para mais informações consulte o Portal do Cidadão Surdo.
