A Unidade ACESSO da FCT destaca

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Desenvolver a Economia Digital e a Sociedade do Conhecimento, preparando Portugal para um novo modelo de atividade económica.

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WCAG 2.0

Através da publicação do Regulamento Nacional de Interoperabilidade Digital (RCM n.º 91/2012 de 8 de novembro) as WCAG 2.0 do W3C passaram a ser explicitamente mencionadas na legislação nacional.

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Agenda Digital

A Comissão Europeia lançou, em Março de 2010, a estratégia Europa 2020, que define as grandes linhas para a saída da crise e prepara a economia da UE.

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Notícias de primeira página

Capa do livro Tecnologias de apoio para pessoas com deficiência

No âmbito das suas competências de coordenação das políticas públicas da Sociedade de Informação (SI), nomeadamente das políticas que potenciam os benefícios da SI para as pessoas com necessidades especiais, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) edita o livro “Tecnologias de apoio para pessoas com deficiência”.

Dos autores Pedro Encarnação, Luís Azevedo e Ana Rita Londral, três dos melhores profissionais portugueses na área da Engenharia da Reabilitação, este livro é um texto introdutório à temática das Tecnologias de Apoio. As Tecnologias de Apoio são produtos, serviços ou práticas com vista à promoção da qualidade de vida das pessoas com deficiência.

Pretende-se dar uma visão geral desta área científica multidisciplinar, caraterizar potenciais utilizadores e apresentar exemplos das Tecnologias de Apoio existentes atualmente no mercado, organizados por áreas funcionais: mobilidade, manipulação, comunicação, orientação e cognição. Descreve-se ainda o enquadramento legal da prescrição de Tecnologias de Apoio em Portugal.

O livro destina-se a todos os profissionais da área da Reabilitação e do Ensino Especial, utilizadores finais e, em geral, a todos os interessados em Tecnologias de Apoio.

O livro vai ser apresentado no próximo dia 28 de abril, às 18:45h, no auditório do INR, na R. Conde de Valbom, 63. Estarão presentes os autores para uma sessão de autógrafos e a apresentação estará a cargo do Prof. Castro Caldas que também prefacia a obra. A sessão terminará com um Porto de Honra gentilmente oferecido pelo Instituto Nacional para a Reabilitação.

Índia ratifica Tratado de Marraquexe

Tratado de Marraquexe

A “Fome de Livros”, termo cunhado por George Kersher do consórcio DAISY (Digital Accessible Information System), expressa-se no facto de anualmente, no mundo desenvolvido, do total de livros publicados, apenas 7% são adaptados num formato acessível a pessoas com incapacidade para ler ou manusear material impresso. No mundo em vias de desenvolvimento, esta percentagem é bastante mais próxima do 1%. Segundo a União Mundial de Cegos, 80% das pessoas cegas e com baixa visão do planeta Terra estão precisamente nos países em vias de desenvolvimento. Significa isto que há milhões de pessoas que vivem sem acesso à palavra escrita.

O Tratado de Marraquexe assinado a 27 de julho de 2013 pelos 186 países membros da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) visa colmatar esta “fome de livros” de duas formas:

  • Por um lado, uma pesquisa levada a efeito pela própria OMPI constatou que apenas 60 estados membros, ou seja cerca de 30% dos seus membros, dispõem de legislação em que se contemplam cláusulas com exceções ou limitações ao direito de autor a favor de produções em braille, carateres ampliados e mesmo áudio para pessoas com deficiência visual. O Tratado de Marraquexe visa que estas exceções e limitações sejam alargadas a todos os seus Estados Membros.
  • Por outro lado, e porque a lei do direito de autor é uma lei que contempla as exceções ao direito de autor de forma “territorial” não cobrindo a importação ou a exportação de material convertido em formatos acessíveis, mesmo entre países com regras similares, a troca de acervo acessível entre Estados é ilegal. O Tratado de Marraquexe vem permitir que esta prática passe a ser legal.

Tratado de Marraquexe – mais livros acessíveis a pessoas com deficiência

Foi publicada a Tradução Autorizada em Português Europeu das WCAG 2.0

“O poder da Web está na sua universalidade. O acesso por todos não olhando à incapacidade é um aspeto essencial.”

Tim Berners-Lee, Director do W3C e inventor da World Wide Web

Com 20 anos de existência o Consórcio World Wide Web (W3C) tem por missão conduzir a World Wide Web ao seu máximo potencial através do desenvolvimento de protocolos e diretrizes que assegurem o crescimento a longo prazo da Web. Desde 1997 que a Web Accessibility Initiative (WAI) trabalha as diversas tecnologias do W3C com o objetivo de tornar a Web verdadeiramente universal.

Intimamente ligado à génese da World Wide Web, a notoriedade do W3C transformou as suas especificações, recomendações e diretrizes em padrões mundialmente aceites. As Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web é um desses exemplos.

Em fevereiro de 2009 a tradução portuguesa da versão 2.0 das Web Content Accessibility Guidelines (WCAG 2.0) foi mesmo a primeira tradução a ser registada na base de dados do World Wide Web Consortium (W3C). Tal facto não é de estranhar uma vez que o governo português sempre dedicou, de há longa data, particular atenção ao tema da acessibilidade Web para cidadãos com necessidades especiais. Portugal foi inclusivé o primeiro Estado-Membro da União Europeia a adotar as WCAG, então ainda na sua versão 1.0, em agosto de 1999.

ver mais sobre WCAG 2.0 em Português já é uma Tradução Autorizada W3C

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