Acessibilidade Web

Diretiva da acessibilidade dos sítios Web e das aplicações móveis de organismos do setor público. A Diretiva está no presente momento em fase de transposição para o ordenamento jurídico português…

Diretiva (UE) 2016/2102 de 26 outubro

W3C/WAI publica Recomendação com as WCAG 2.1

No passado dia 5 de junho de 2018, o Grupo de Trabalho para as Diretrizes de Acessibilidade publicou a Recomendação W3C para a versão 2.1 das Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG 2.1).

Todos os requisitos (“critérios de sucesso”) da versão 2.0 estão incluídos na versão 2.1. Os critérios de sucesso da versão 2.0 foram transpostos para a versão 2.1 exatamente com o mesmo texto.

Aos 61 critérios de sucesso da versão 2.0 foram adicionados mais 17, perfazendo um total de 78 requisitos.

Os 17 requisitos adicionais da versão 2.1 destinam-se a resolver situações nas seguintes 3 áreas:

  • acessibilidade móvel
  • pessoas com baixa visão
  • pessoas com incapacidade cognitiva e de aprendizagem

Pode consultar:

Global Accessibility Awareness Day

Hoje é o Dia Global da Sensibilização para a Acessibilidade. A Unidade ACESSO, através do seu coordenador Jorge Fernandes, a convite da empresa SiteImprove e da embaixada da Dinamarca, em Lisboa, participa de um evento em que se vai falar de acessibilidade dos conteúdos dos sítios Web e das aplicações móveis. A sua apresentação versa sobre o tema da transposição para o ordenamento jurídico português da Diretiva (UE) n.º 2016/2102 – DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de outubro de relativa à acessibilidade dos sítios Web e das aplicações móveis de organismos do setor público.

Ficheiros descarregáveis com a apresentação “20 anos de acessibilidade Web para Cidadãos com Necessidades Especiais em Portugal – a nova lei da acessibilidade digital em Portugal”:

PDFs em formato Universal Access a partir do Google Docs

Materiais Educativos em formatos Acessíveis - aluno cego lê um livro num tablet através do sintetizador de fala

A produção de ficheiros em formato PDF que possam ser lidos por utilizadores que usam tecnologias de apoio não é uma tarefa fácil. Apesar de existir uma norma já desde 2012 e atualizada em 2014 (ISO 14289-1:2014 – PDF/UA) que descreve com detalhe quais os cuidados a ter para que um documento digital possa ser acessível, o problema reside em localizar um editor de texto que comporte estas práticas e que, no momento da conversão para formato PDF, os conversores disponíveis não destruam essas práticas – resultando num PDF final completamente inacessível.

A GrackleDocs.com propõe um processo de produção muito simples. Partindo do editor Google Docs online, disponibilizou um “add-on” que valida o documento, orienta a correção e, no final do processo, disponibiliza a opção de conversão de um documento Google Docs num documento em formato PDF/UA. UA é a abreviatura de Acessibilidade Universal, preservando este PDF uma ordem de leitura adequada por exemplo a quem usa leitores de ecrã com sintetizadores de fala, preserva a estrutura de cabeçalhos, parágrafos, tabelas de dados, bem como os equivalentes textuais alternativos dos gráficos e diagramas. Durante o processo de revisão o sistema ainda chama a atenção para as cores usadas na letra e no fundo, e ainda para o tamanho da letra a usar.

Uma excelente ferramenta para quem precisa de produzir ficheiros PDF em conformidade para com as Web Content Accessibility Guidelines. Esperemos que a Google e outros grandes fabricantes de aplicações de edição e gestão de conteúdos digitais sigam o exemplo.